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Empresários avaliam impacto da reforma tributária e pedem mais clareza nas regras

Empresários avaliam impacto da reforma tributária e pedem mais clareza nas regras

Economia — A fase de transição da reforma tributária começou em 2026 e já provoca debates entre empresários, que apontam avanços, mas também cobram maior clareza e segurança jurídica.

Primeiras impressões do setor privado

Empresários de diferentes segmentos avaliam que a simplificação prometida pelo IVA Dual é positiva, mas destacam que a falta de detalhamento em algumas normas gera insegurança. Muitos relatam dificuldades em adaptar sistemas de faturamento e contabilidade sem diretrizes claras.

“A ideia é boa, mas precisamos de regras mais objetivas para evitar interpretações divergentes”, disse um representante da indústria.

Custos de adaptação

A adequação às novas exigências já gera custos adicionais. Empresas de médio porte relatam gastos elevados com consultorias e softwares especializados. Pequenos negócios, por sua vez, pedem apoio governamental para não ficarem em desvantagem competitiva.

Expectativas de longo prazo

Apesar das dificuldades iniciais, especialistas acreditam que a reforma trará benefícios ao ambiente de negócios. A redução da burocracia e a maior transparência na cobrança de impostos devem favorecer investimentos e estimular o crescimento econômico.

“O Brasil precisa de um sistema tributário mais simples para competir globalmente. A reforma é um passo nessa direção”, afirmou um economista.

Próximos passos

O governo promete intensificar campanhas de esclarecimento e ampliar o diálogo com o setor privado. A expectativa é que, até 2033, o IVA Dual esteja plenamente implementado, substituindo os tributos atuais e consolidando um novo modelo de arrecadação.

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