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Comércio Brasileiro: 1/3 das Trocas têm Tarifas Reduzidas em 2026

Novos Acordos Deixam um Terço do Comércio Brasileiro com Tarifas Reduzidas

Publicado em 12 de Janeiro de 2026 | Por Especialista em Economia

Uma transformação silenciosa na economia brasileira acaba de atingir um marco histórico. Segundo dados recentes, cerca de 33% do comércio internacional do Brasil agora é operado sob regimes de tarifas reduzidas, impulsionando a competitividade de empresas nacionais no exterior.

O avanço da agenda de abertura comercial do Brasil resultou em uma cobertura tarifária sem precedentes. Com a entrada em vigor de novos tratados e a atualização de parcerias no âmbito do Mercosul, um terço de tudo o que o país exporta e importa goza de benefícios tributários.

Como funcionam os novos acordos comerciais?

Os acordos comerciais são tratados bilaterais ou multilaterais que visam reduzir barreiras alfandegárias. Para o Brasil, essa marca de 1/3 representa uma redução significativa no chamado “imposto de fronteira”, facilitando a entrada de produtos brasileiros em mercados da Ásia, Europa e Américas.

Entre os principais benefícios desta nova fase, destacam-se:

  • Redução de custos: Queda direta no preço de insumos importados para a indústria.
  • Acesso a mercados: Maior facilidade para o agronegócio e manufaturados brasileiros competirem lá fora.
  • Estímulo ao PIB: Maior fluxo de capital e trocas comerciais dinâmicas.

Impacto na exportação e importação brasileira

A redução de tarifas de importação tem um papel duplo. Por um lado, permite que o consumidor brasileiro tenha acesso a produtos globais com preços mais competitivos. Por outro, obriga a indústria nacional a se modernizar, elevando o padrão de produtividade para enfrentar a concorrência internacional.

Dica de Investimento: Analistas sugerem que setores de tecnologia e agrotecnologia devem ser os mais beneficiados pela queda nas tarifas de componentes eletrônicos nos próximos meses.

O futuro do comércio internacional do Brasil

A meta do governo e de entidades comerciais é expandir essa cobertura para além dos 33%. Negociações em andamento com blocos estratégicos podem elevar essa fatia para 50% até o final de 2027, consolidando o Brasil como um player relevante nas cadeias globais de valor.

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